quarta-feira, 24 de junho de 2009

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Diálogo e Identidade








Como professora da Universidade do Grande ABC - UniABC, iniciei os trabalhos em Educação Ambiental e meio ambiente em 1999 no Curso de Ciências Biológicas. Em seguida, foram envolvidos nestas dinâmicas o Curso de Turismo até o ano de 2002.
A partir de então, novas turmas, novos cursos, novas grades curriculares, porém, o recurso de viagens aula com os alunos de graduação iniciado com as turmas de Turismo e, Ciências Biológicas, passou a ser uma estratégia pedagógica também para Gestão Ambiental incluindo viagens técnicas nos planos de cursos por perceber a necessidade do aprendizado e vivências da realidade em Unidades de Conservação, e a aplicação de temas como Convenções da Biodiversidade, de RAMSAR, das Mudanças de Clima, REVIZEE, efeito de borda entre muitos outros assuntos e documentos gerados pela Conferência Rio 92 e depois dela.
Nestes termos, o recurso das viagens aula em parceria com o IBAMA e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade na Floresta Nacional de Ipanema trouxeram, desde a primeira hora, vantagens educacionais nas quais o progresso relacional e na assimilação de conceitos se fizeram pela interdisciplinaridade.
Hoje, 2009, concluí minhas funções na UniABC com a certeza de ter cumprido meu dever e ali ter consolidado a área de meio ambiente. Meu último ato como docente foi trazer a proposta de convênio formal com a BR+10 - Gestão de Embalagens Pós-consumo, através do querido Leandro Henrique.
A gente se vê por aí!

domingo, 14 de junho de 2009

Do grupo de 22, 23 e 24/05/2009

Mata atlântica - Morro Araçoiaba ao fundo, bosques de Ipês, Jatobás, Pau-Brasil, Açoita cavalo ao lado e ao redor

Na trilha para a Gruta do Monge
No monumento a Varnhagen

Na trilha da Lagoa do Cobra


Na sala 2



No prédio da administração

Das paisagens nas lentes do Divaldo - do alto do Monumento ao Visconde de Porto Seguro - Francisco Adolfo de Varnhagen

Ao fundo, a serra de São Francisco e a Cidade de Sorocaba

De perto, o efeito de borda. Da cidade emanam os elementos mais difíceis tais como calor, aromas, poluição, e luz, muita luz .... o que confunde os ciclos circadianos nos gradientes de iluminação e produção de hormônios vegetais.

Da esquerda para a direita: o prédio da administração, os alojamentos. O bosque remanescente de mata atlântica secundária, o manejo ex situ de Pau-Brasil Ipê Amarelo, Jatobá entre outros.
Em frente, plantação de Pinus sp, o linhão de luz e as áreas do MST, Área 2, Assentamento Ipanema.

Márcio e Fernanda

Certas pessoas parecem feitas umas para as outras. Nesse exato caso, essa frase se aplica com extrema adequação.
Fernanda, não tenho palavras para agradecer tudo que recebo de você. Nada no mundo substitui uma amizade tão fraterna e honesta como a sua.
E Marcinho, obrigada por tudo. Saiba que a amizade que sinto e desfruto, em momento algum pode ser comparada a nada do que já vivi.

Mais importante que ter ou ser, é receber na exata medida em que se deseja sem pedir ou prescindir. Meu coração é de vocês!

Gustavo do Nascimento Silva


Bonito, simplesmente lindo. Gustavo, tua beleza resplandece em teu semblante e sorriso. Obrigada pela amizade, é recíproca!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Dos frutos da Flona

Água cristalina - o principal serviço ambiental da unidade

Cogumelos reprocessam a matéria orgânica fortalecendo os estoques de nutrientes do solo
em meio à serrapilheira
Samambaias. Espécies de regeneração secundária na mata em sucessão.

Muitas, mas muitas flores ... maio é o mês da polinização na FLONA .... daí tantas borboletas

Paineira. Sem folhas mas repleta de frutos.